A URNA ELETRÔNICA E O VOTO AUDITÁVEL

Desde o pleito eleitoral de 2014, onde quase por um conclave, foi proclamada Dilma Roussef presidente - com 51% dos votos, há dúvidas sobre como é processada as informações. Naquele ano Dias Toffoli acatou um pedido do PSDB para se auditar os votos porém não acatou que todos partidos o fizessem. Foram diversos fatos seguidos que suscitam dúvidas sobre o voto eletrônico, haja vista também o pleito eleitoral onde Jair Bolsonaro poderia ter ganho no 1° turno. No pleito eleitoral 2020 para vereadores e prefeitos o sistema ficou fora do ar no exato momento da computação dos votos e toda parte sensível ficou na mão de empresas terceirizados, inclusive contratação de servidores na "nuvem" com banco de dados da Oracle. Todos sabem que hackers já invadiram sistemas muito mais complexos como: Nasa, Microsoft, Governos e grandes empresas de telecomunicações. Não existe no mundo sistema 100% seguro e isto pode ser provado por qualquer especialista em tecnologia da informação. A sensação deste jornal que há um interesse maior em não tornar o voto auditável até porque não mudaria a forma eletrônica de ser. O interesse é um plano de poder que foi desmantelado e por ser impossível mentir diante da quantidade de votos recebidas pelo atual Presidente. Diante do desespero do poder estão criando tudo para impedir que a verdade prevaleça.


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